O perdão não é fuga do problema, mas enfrentamento. Perdão não é deixar no molho do esquecimento as pendências e os problemas não resolvidos. O perdão exige confronto. Jesus nos ensina a desmanchar duas idéias falsas e mentirosas acerca do perdão.
Priemira: O tempo é um santo remédio para curar relações estremecidas. O tempo na verdade é agravante do mal. Ele não alivia a dor, mas a intensifica. O tempo produz raiz de amargura e não o fruto do perdão. O tempo provoca gangrena e não a cura. O tempo adoece ainda mais as relações e não as restaura. Afasta as pessoas em vez de aproximá-las. O tempo cauteriza a consciência em vez de despertá-la. Adia o inadiável, deixa pra depois o que carece de cura imediata. Quando deixamos a mágoa na molho do esquecimento, matamos a pessoa,( a qual estamos nos causaram tal mágoa) no nosso coração e ainda a amarramos no mundo espiritual. Olhando a história de José, seus irmãos, o odiaram, jogaram-no num poço profundo, venderam-no como mercadoria. Mataram-no no coração e encenaram sua morte aos olhos de Jacó. Usaram máscara de hipocrisia para enganar o próprio pai. O tempo não foi capaz de produzir arrependimento nem de aliviar-lhes a consciência culpada. o tempo amargou ainda mais os seus corações culpados.
Segunda: o silêncio é a voz do perdão. Posso afirmar que o silêncio é a voz da amargura e não do perdão. O silêncio apenas cobre de cinzas as feridas aberta, mas não provoca uma cura terapêutica. O silêncio sufoca a alma, amargura o coração e provoca distúrbios profundos na vida emocional. cobrir uma ferida contaminada é um risco fatal.
Esse é o motivo de termos uma sociedade cheia de pessoas depressivas, prostitutas, alcoólatras, jovens envolvidos na crime, drogas, etc... pense nisso e libere perdão, verbaliza o perdão, viva o perdão, vivendo assim, terás uma melhor qualidade de vida.
Meu convite é... reflita. Deus tem o melhor pra você, vida em abundância.
Nenhum comentário:
Postar um comentário